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Artista, você tem alguma dor de cabeça para vender shows?



Artistas cada vez mais entendem a necessidade de organizar melhor sua forma de interagir com o mercado. Na medida em que começam a planejar melhor suas atividades, percebem que existem uma série de atividades que fazem parte de sua carreira, além de compor, tocar e cantar. É preciso estruturar sua assessoria de comunicação. É preciso construir uma audiência. É preciso fazer projetos. É preciso promover o seu trabalho. É preciso fazer shows. É preciso fazer vídeos. É preciso ensaiar em estúdio. É preciso construir alianças. Tudo ao mesmo tempo. Some-se a isso mais um fator que toma tempo: realizar atividades profissionais fora da música para garantir uma melhor sustentabilidade.

Falta de tempo, cachês baixos, baixa exposição na mídia. Essas e outras dores afligem o dia a dia dos artistas. Essas e outras dores dificultam se conseguir manter uma agenda regular de shows.

Pensando nessas "dores" surgiu o projeto Musical Work. 

Musical Work é uma iniciativa empreendedora que foi selecionada para o programa de pré-aceleração de empresas inovadoras e startups, realizado pela Universidade Federal do Acre (Ufac) e Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado do Acre, em 2017.




Consultor Yuri Gitahy ministrando workshop na Biblioteca da Ufac

Hoje completamos um mês de pré-aceleração. Neste curto espaço de tempo, assistimos workshops e palestras com Yuri Gitahy (fundador da Aceleradora, primeira aceleradora de startups do Brasil), Alex Lima (membro do SebraeLab do Acre), Gustavo Gorestein (co-fundador das plataformas Poup e Bxblue), Tatiana Pezoa e Horacio Poblete (co-fundadores da Trustvox), Victor Hugo (fundador da Trackage), Camila Farani (Shark Tank Brasil), entre outros. Muito conteúdo. Uma imersão nos conceitos de empreendedorismo, inovação, lean startup, modelos de negócios, validação, inside sales, inbound marketing, growth hacking. 



Empreendedores do programa de pré-aceleração com Gustavo Gorestein


Neste momento estamos trabalhando as validações iniciais. Queremos entender como os artistas percebem as dores do dia a dia. Se você é artista e tem problemas relacionados a venda de seus shows, nós queremos conhecer as suas dores. Nós queremos conhecer os seus problemas.

Entre em contato pelo Facebookwhatsapp (21) 97627-0690 ou pelo e-mail alebarreto@gmail.com


Equipe do projeto

Alexandre Barreto – Chief Executive Officer (CEO)

Administrador de Empresas com Ênfase em Marketing pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e MBA em Gestão Cultural pela Universidade Cândido Mendes (UCAM) no Rio de Janeiro. Prestou serviços para Opus Promoções na produção executiva de shows nacionais, internacionais, festivais e eventos. Trabalhou na equipe do Acústico MTV Bandas Gaúchas, projeto da MTV Brasil e gravadora Sony/BMG. Em 2007 escreveu o livro “Aprenda a Organizar um Show”. Foi empresário da banda de rock Pata de Elefante (www.patadeelefante.com) e produtor executivo do álbum “Um olho no fósforo, outro na fagulha”(Monstro Discos). No Rio de Janeiro foi produtor executivo de shows de artistas como Nei Lisboa (compositor parceiro de Zélia Duncan), Cláudio Lins e Bena Lobo (artistas da Gravadora Biscoito Fino). Participou em atividade de divulgação do álbum "Nunca tem fim..." da banda O Rappa. Foi consultor da banda Pearls Negras (RJ) na contratação da banda pelo selo londrino Bolabo Records. Lançou seu segundo livro “Carreira Artística e Criativa” em 2016. Saiba mais


Israel Braga do Nascimento – Chief Technology Officer - CTO

Bacharel em Sistemas de Informação pela União Educacional do Norte (UNINORTE) e pós-graduado em Desenvolvimento de Software pela Universidade Federal do Acre (UFAC). Trabalha com Ionic Framework, AngularJS, NodeJS, Firebase e Cordova. Trabalhou em desenvolvimento no projeto de aplicativos como Amazônia Motorcycles (apoio para participantes do evento), Fácil Festa (catálogo de fornecedores de produtos e serviços para festas), MEI (pesquisa de Microempreendedores Individuais em Rio Branco), Busque Rio Branco (ferramenta de busca de mercados, feiras livres e pequenos negócios no ramo de alimentação), Rede de Manejo Florestal da Amazônia, em parceria com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (ferramenta de apoio de atividades de planejamento e controle de produção madeireira), entre outros.

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